25/10/2009

O poder do LiveStream

Hoje será transmitido uma apresentação do U2 pelo YouTube às 1h30 da manhã (horário de brasília) diretamente do estádio Rose Bowl, da Califórnia. Mas o que vale ressaltar desse evento é que o YouTube em 2008 fez algo semelhante, onde pode ser visto aqui e aqui.

O YouTube Live obteve cerca de 700.000 espectadores online simultâneamente, onde a empresa Akamai ofereceu suporte tecnológico para que o YouTube Live, primeiro Live Stream da empresa, ir ao ar.

Mas é de grande valia analisar fatos, onde com 700.00 espectadores online, o YouTube chegou próximo de uma empresa tradicional de Tv como Fox, ABC, NBC dentre outras, em que a emissora (site) escolhe o conteúdo que irá ao ar e não o usuário como é normalmente feito com o serviço de vídeos do site. Mas mesmo que seja próximo à uma empresa tradicional, possui um diferencial tremendo. O modo de como veicular anúncios.  Onde pode ser diferenciado um ou mais anúncios por localidade, gosto do usuário e o que está assistindo.

Apesar de um gasto enorme que é um Live Stream, tanto pela banda como em armazenamento de dados, é um investimento alto onde o retorno pode ser mais alto anda (pode), porém nem sempre o conteúdo veiculado será viável à um relevante anúncio para o usuário no momento em que assiste.

Um famoso serviço de Live Stream é o UStream, em que o próprio usuário com uma webcam ou a câmera do celular pode enviar qualquer tipo de conteúdo (qualquer mesmo) desde você paradão trabalhando fazendo dezenas de usuários vendo sua feiura fazendo nada até usuários ensinando algum assunto realmente relevante. Porém dentre os vários vídeos que já vi, nenhum parecia relevante ao ponto de criar anúncios relevante, a não ser o próprio AdSense.

Se um dia veremos alguma empresa lucrando bilhões com anúncios com Live Stream, não sei mas é bom aguardar e ver o que acontecerá.

10/10/2009

Nova Guerra dos Browsers

Quando vimos a Guerra dos Browsers entre Internet Explorer e Netscape quem ganhava era o usuário com as melhorias de ambos os browsers, porém a vencedora da guerra até hoje não nos permite ver realmente a evolução do desenvolvimento web. O IE como sabemos, é dominante no mercado de navegadores web e como sempre campeão em reclamações por falta de padrões web, onde uma básica comparação é feita aqui.

Com a chegada do novo navegador do Google Chrome e atualmente sem uma guerra dos navegadores web vemos cada vez mais melhorias entre os navegadores, como por exemplo a melhoria de performance do JavaScript.

Porém com a chegada do Google Wave, onde ele é baseado boa parte em HTML 5 e JavaScript ao lado do cliente. Como vemos na comparação de compatibilidade dos navegadores, somente o IE 8 possui suporte (ruim) do HTML 5 e com isso quase 50% dos usuários no mundo não conseguiriam utilizar o Google Wave. E com isso Google criou um plug-in para o IE o Google Chrome Frame onde é possível ‘colocar’ o Google Chrome dentro do IE para melhor aproveitamento das tecnologias como HTML 5 e melhoria no desempenho do JavaScript (que sabemos que no IE isso é uma droga).

Google argumenta que “Com o Google Chrome Frame, os desenvolvedores podem tirar vantagem das mais recentes tecnologias abertas da web, mesmo no Internet Explorer. Desde um motor Javascript mais rápido, suporte para as tecnologias da web atual como a capacidade de HTML5 offline e e manipulação de CSS/layout modernos” explicaram Amit Joshi, Engenheiro de Software, Alex Russell, Engenheiro de Software e Mike Smith, Gerente de Produto no Google. Mas sabemos exatamente que é para fazer com que a merda do IE aceite o Google Wave.

Mas com base nessas informações penso, até que ponto é válido ir para conseguir mais usuário para a utilização de sua tecnologia? Como sabemos Google possui monopólio em sistema de buscas e mesmo assim não passa dos 2% de usuários com o Google Chrome. A Google utilizará óbvio de outros métodos para conseguir usuário, mas colocar seu próprio browser dentro de outro é válido?

A Mozilla se pronunciou sobre o Google Chrome Frame, e como também previsto Google está desenvolvendo um Frame também para o Firefox.

Esse é um movimento violento da Google para ganhar mercado com Google Chrome? Ou somente para não ter de gastar tanto m desenvolvimento para o Wave? Acredito que mais uma gurra dos navegadores está por vir mas não tão abertamente como era com IE x Netscape e sim uma Guerra Fria onde em questão de poder de desenvolvimento o Google possui maior inteligência e maior poder aquisitivo, com certeza a M$ possui. Somente com o tempo veremos como será a evolução dos browser mas independente de quem ganhar ou perder essa Guerra Fria, o usuário com certeza é o maior beneficiado.

28/10/2008

O esconderijo amostra

Depois de muito tempo, estou aqui com um título um tanto estranho mas com algo a dizer, mas antes veja a imagem com um pequeno trecho logo abaixo

He’s the beautifullest
Fragilest
Still strong
Dark and divine
And the littleness of his movements
Hides himself
He invents a charm that makes him invisible
Hides in the air
Can I hide there too?
Hide in the air of him
Seek solace
Sanctuary

In the hidden place
In a hidden place
We’ll stay in a hidden place.

“Hidden Place”, Bjork

Pronto agora o que faço com isso? Simples, essa imagem é uma das milhões armazenadas no Flickr e olhei muitas delas e vi que cada vez mais elas ficavam mais profissionais, um tanto amadoras ao meu ver “como não sou fotógrafo profissional…” mas com um ponto de profissionalização.

O Flickr é um ótimo serviço pelo ponto de que você pode não ser um ótimo fotógrafo e postar suas fotos e receber ótimas críticas. É um serviço que te permite ser outra pessoa levando você a projetar até mesmo sonhos com imagens nunca vistas ou até mesmo vistas mas sem sentido com esquisitices a ponto de não entender o porquê.

A “web 2.0″ não é só compartilhar ou agregar informação, é também um modo de nos escondermos do que somos no mundo carne-e-osso em uma coisa que deseja. É ter seu próprio esconderijo com uma diferença que você ficará à vista de todos que a conhece.

Redes sociais, web 2.0, Flickr, Orkut, MySpace, Facebook, YouTube, dentre outros milhares de serviços que nos permitem nos escondermos, sermos diretores, fotógrafos, amantes e amados da música, conhecer muitas outras pessoas, …. e acima de tudo continuar sendo a mesma pessoa.

01/09/2008

O Big Brother que tememos

Muitos dizem que o Google é o ‘Big Brother’ já que praticamente não vivemos sem vizualizar os e-mails no GMail, editar os arquivos de texto ou planilhas no Google Docs, entre outros sem falar no Google Search.

Mas uma coisa muito interessante é que quando denominamos o ‘Big Brother’, falamos que o ‘Big Brother’ saberá de nossa vida, basicamente falando. Mas se analizár-mos, nós colocamos nossa vida em um ‘Grande Irmão’ propositalmente, como por exemplo o Twitter, em que usuários dizem que estão comprando livros, acabaram de acordar, enfim, dizem de tudo no seu dia-a-dia com apenas 140 caracteres.

Fora que, quem não tem aquele amigo no msn que coloca no nick ‘Estou no banho’, ‘Estou vendo filme’, ‘Almoçando’? Enfim, só não fala ‘estou matando alguém’ porque a polícia apareceria em sua casa. Mas o fato é, que com tanto medo que temos de surgir uma empresa ou entidade que tente dominar nossas informações mais valiosas, nós a damos gratuitamente nossos costumes para qualquer um. Só menos os dados bancários, claro.

Sem falar no auto-streaming, onde você liga sua webcam enquanto você trabalha e começa a filmá-lo, conversam com os usuários. Como por exemplo, o mais badalado site com essa finalidade é o UStream, onde com uma câmera do celular você pode se Big Brothear mostrando o que está comendo no momento, com quem você está ficando no momento, ou até discutir sobre as eleições.

Sabendo que várias empresas necessitam basicamente do custume do usuário ao acessar certos sites, tendo assim maior chances de rentabilidade ao criar uma campanha. E enquanto há várias brigas para que empresas como Google não guardem por muito tempo do costume do usuário, como o Web History, nós fornecemos cada vez mais informações do que gostamos, utilizamos e ainda possibilitando que várias empresas de publicidade possam utilizar tais informações. Então, isso é bom?

16/07/2008

Será que o mundo 3D vai vingar?

Essa pergunta deve não ser feita e sim discutida. Numa época em que vivemos muito tempo online, visualizando os slides no Google Docs, atualizando o seu perfil no Orkut, votando nas notícias no Digg, entre inúmeras outras coisas que podem ser feitas na internet. Mas o que mais me chama a atenção é o mundo 3D, que o pioneirismo de vida literalmente digital veio da Liden Lab com o Second Life, onde podemos viver em um mundo 3D e até quem sabe ficar rico.

A expansão é tamanha que até grandes empresas como bancos, IBM, entre outras, abriram “sedes” no Second Life, já que é possível fazer transações financeiras.

Google também criou um mundo 3D, mas focado para o bate-papo. Com o lively, fruto dos 20% de tempo livre da

O Lively mal foi lançado e várias salas de pornografia já foram criadas. O Google supervisiona bastante para que nenhuma sala que contenha conteúdo pornográfico esteja funcionando, já que está brigando e bastante contra a pedofilia no Orkut.

Certo que já no Second Life pornografia não é proibido, já que cada vez mais se parece com o mundo real, e com isso foi criado um “Get a first life” repudiando tudo o que for vida 3D

09/04/2008

“A Grade” é 10.000 vezes mais rápida que a internet tradicional

Depois de trazer ao mundo a world wide web, em 1989, o centro físico CERN agora pretende lançar uma nova Internet, 10 mil vezes mais rápida. A novidade, que já está sendo chamada de the grid (a grade) pode estar disponível aos consumidores dentro de um ou dois anos.
A CERN que tem sede em Genebra não utilizou a internet tradicional para o desenvolvimento dessa rede, pois a enorme quantidade de dados carregados e transmitidos poderia gerar um colapso na web.
Utilizada principalmnte por fibras óticas sua velocidade não será diminuida por componentes desatualizados, ou seja, possívelmente se surgir essa rede para consumidor final, o que não é certo, o uso da rede se restringirá por enquanto à estudantes e pesquisadores como astrônomos e biólogos, iremos gastar um pouco a mais para poder aproveitar dessa nova “grade”.

Fonte: Terra

09/04/2008

Yahoo! coloca anúncios do AdSense em seu buscador

Yahoo! fará um teste com a plataforma de anúncios do Google AdSense que terá duração de duas semanas. A idéia será implementada apenas em 3% das buscas feitas no Yahoo! dentro dos Estados Unidos.
Como exemplo, se um usuário faz uma busca sobre um tema onde o Yahoo! não possui os melhores links patrocinados para exibir, ele poderá colocar alguns links de empresas que anunciaram no Google. As duas companhias compartilhariam a receita por esta publicidade.
Em resposta a Microsoft enviou um texto assinando pelo conselheiro geral da Microsoft, Brad Smith, uma parceria entre Yahoo! e Google é totalmente “anticompetitiva”.
Essa sem dúvida é uma ótima estratégia para ficar longe da proposta da Microsoft US$ 44,6 bilhões pela Yahoo! e continuar a se manter independente.

06/04/2008

O Google em nossas vidas

O Google que todos temem de um dia ser real. Veja o vídeo abaixo:

Muitos pessimistas com relação ao Google sempre dizem que o Google será ou já é o “Big Brother” do momento, com tantos dados fornecidos e armazenados, nossas informações, como por exempo, muitos usuários do GMail deixam todos os seus e-mails lá, e-mails que podem prejudicar e muito sua vida e com isso a Google trabalha e muito com segurança de dados armazenados. Mas pensem no que pode-se fazer com tantos dados de milhões de usuários, podemos saber de toda a vida de uma pessoa desde que iniciou a utilização do serviço. Como por exemplo o Web History onde todas as suas buscas são gravadas para caso você se lembre de tal dia ter feito uma busca importante, achou um ótimo site sobre o assunto e se esqueceu dele, tudo lá, no dia, semana e mês em que foi feita a busca, a sorte que é um serviço opcional e que tem uma limitação, onde pode-se armazenar dados de somente até dois anos atrás, para que isso não possa ser utilizado para maiores afins lucrativos, podendo ter uma maior idéia dos gostos de um usuário ao mostrar um anúncio e ser maior propenso a vender para o mesmo.

Como também um outro serviço que fala bastante no vídeo acima, é o Google news, que sem dúvida é um dos melhores serviços da empresa, que você pode praticamente se aprofundar sobre um único assunto noticiado a 2 meses atrás, por exemplo, e possui milhares de fontes na versão americana. E como isso poderia ser prejudicial ao usuário? Justamente com o serviço de Web History, onde lá também está armazenado todas as buscas feitas sejá, na web, notícias, blogs, entre outros serviços de busca.

O bom desse serviço, é que você não precisa ficar gravando no seu navegador os sites que você gostou ou achou importante nos favoritos e no Web History, você pode por exemplo, excluir as pesquisas feitas. Podendo ter maior privacidade na sua navegação com o Google.

Se um dia o Google vai se tornar ou não o “Big Brother” não sei, mas só sei que será praticamente atravé do Web History que ainda dará o que falar.

O maior objetivo do Google é colocar todas as informações do mundo em um só local, é claro que isso é praticamente impossível mas aos poucos o Google vai mostrando que tem poder o suficiente para que nós acabemos por nos render cada vez mais aos serviços da empresa, não só do Google, como também a Microsoft, Yahoo, Zoho e muitas outras que também estão nessa, com a web 2.0 onde temos serviços de escritório online, pode conversar com amigos que não vê há tempos e muito mais que ainda falarei aqui.

31/03/2008

A vision of students today

O vídeo abaixo foi produzido por um grupo de 200 estudantes da Kansas State University e traz uma reflexão sobre como os estudantes de hoje aprendem e se o que eles aprendem é realmente relevante para essa nova realidade digital em que vivem.

Veja o vídeo:

Fonte: Arquitetura de Informação

25/03/2008

Motoexploder

Na semana passada, uma explosão de um carregador de celular Motorola causou um incêndio em uma casa na Vila Formosa. Ninguém se feriu. O proprietário alega prejuízo de 11 mil reais e pretende processar a fabricante.

Explosões de celulares tem ocorrido ocasionalmente nos últimos anos. Na China, no ano passado, um celular, da Motorola, explodiu no bolso de um operário e o matou. A fábrica onde estava possuia temperaturas elevadas.

“A explosão em si acontece quando as substâncias químicas dentro da bateria – como o lítio – entram em contato com o ar depois que o curto derreteu o exterior do equipamento”, explica Vitor Baranauskas, professor titular da Unicamp, ouvido pelo site Wnews.

O professor ainda faz algumas recomendações para evitar esse tipo de acidente: Não colocar o aparelho no bolso de calças e blusas, evitar quedas, Usar recarregadores originais, trocar a bateria a cada dois anos (sendo elas de Lítio ou de Níquel Cádmio), não expor o aparelho ao sol, e não desmontar o aparelho sem necessidade ou habilidade suficiente.

“Em princípio, esses acidentes não deveriam acontecer. Aparelhos celulares são seguros”, garante o especialista. As baterias têm mecanismos para evitar sobrecargas e, consequentemente, curto-circuitos.

Como medida de segurança para os Jogos Olímpicos,a China vai restringir o número de baterias de lítio por passageiro em vários de seus aeroportos. Serão permitidas apenas duas por aparelho que o viajante possuir.